A semana começa tensa em Brasília, e não por causa do coronavírus. Na frente de um quartel e no Dia do Exército, o presidente Jair Bolsonaro discursou no domingo, 19, para uma manifestação na capital federal. O ato pedia um novo Ato Institucional 5, período brutal da Ditadura Militar, e trazia cartazes contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e Rodrigo Maia, presidente da Câmara. A participação de Bolsonaro foi criticada nas redes sociais por políticos, ministros do STF e pela Ordem dos Advogados do Brasil. Ainda ontem, 20 dos 27 governadores divulgaram uma carta em defesa da democracia. A tensão acontece enquanto o Congresso precisa votar até esta segunda-feira, 20, a Medida Provisória do "Contrato Verde e Amarelo", proposta pelo governo para flexibilizar regras trabalhistas. O Congresso também deve votar hoje ampliação do auxílio emergencial de 600 reais para outras categorias não contempladas.
Créditos Desperta - Exame, recebido por email
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