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20 de out. de 2022

Entenda por que o BNDES financiou obras em outros países. Confira explicação da ex-ministra do Planejamento Miriam Belchior (PT)


Entenda por que o BNDES financiou obras em outros países

Ex-ministra do Planejamento Miriam Belchior explica como a ajuda do banco para que empresas nacionais exportassem seus serviços ajudou o crescimento econômico do Brasil

Agência Brasil

Um banco essencial para o desenvolvimento do Brasil

A ex-presidenta da Caixa Econômica Federal e ex-ministra do Planejamento Miriam Belchior desmentiu, na terça-feira (17), boatos e fake news que bolsonaristas e outros grupos de direita espalham com frequência a respeito das políticas implementadas pelos governo do PT com o BNDES.

“No rastro do golpe contra a presidenta Dilma e da perseguição ao presidente Lula, se seguiu um conjunto de ataques a importantes políticas que a gente desenvolveu nos governos no PT. É uma tentativa de desconstruir o que nós fizemos. E um dos ataques mais virulentos foi ao BNDES”, lembrou Miriam, que concedeu entrevista à TvPT sobre a importância dos bancos públicos para o desenvolvimento do Brasil (assista à fala de Miriam sobre o BNDES no vídeo abaixo).

Miriam lembrou que, durante a campanha presidencial de 2018, Bolsonaro falou em permanentemente em “abrir a caixa-preta do BNDES”, levantando dúvidas sobre os financiamentos que tinham sido realizados pelo banco tanto para obras realizadas no Brasil quanto em outros países.

“Depois de gastar R$ 48 milhões com uma empresa de auditoria internacional, que durou dois anos, o governo atual chegou à conclusão de que não foram encontradas evidências de corrupção, nem de influência indevida sobre a instituição, nem de pressão para tratamento diferenciado na negociação, na aprovação. Enfim, não tinha nenhuma irregularidade nas operações que foram investigadas”, ressaltou.

“Assim como aconteceu com Lula, eles deram um atestado de idoneidade para o que a gente fez no BNDES”, completou.

Obras em outros países

A ex-ministra fez questão de esclarecer também as obras financiadas em outros países. “No caso de empréstimos para outros países, são financiamentos para empresas brasileiras realizarem obras no exterior. Não é financiamento direto para outros países, a gente não empresta para eles e pronto. Não, a gente só empresta se as nossas empresas, as empresas brasileiras, forem realizar as obras, que é a modalidade chamada exportação dos serviços de engenharia”.

Esse tipo de financiamento, explicou Mirim, é uma forma a mais de o governo estimular as empresas brasileiras, gerando a entrada de mais recursos no país.

“Como funciona? O BNDES desembolsa os recursos exclusivamente no Brasil. O dinheiro não vai para fora. A gente desembolsa aqui no Brasil, em reais, para a empresa brasileira que vai fornecer os serviços para o país ou empresa que contratou o serviço. Quem paga o financiamento ao BNDES, com juros em dólar ou em euro, é o governo ou a empresa que importa os bens e os serviços do Brasil”, esclareceu.

Segundo ela, trata-se de um negócio que é rentável e estratégico para o banco e para o país, pois possibilita que as empresas brasileiras prestem serviços fora a cresçam, gerando riquezas para o Brasil. “Todos os grandes países, Estados Unidos, Alemanha, Japão, entre muitos outros, têm esse tipo de financiamento para ajudar as suas empresas. Isso existe no mundo inteiro”, complementou.

Miriam informou ainda que, no tempo do PT, o BNDES financiou obras em 15 países da América Latina e da África, e não apenas na Venezuela e em Cuba, “como maliciosamente, nossos adversários dizem”. “Ou seja, não só nós fizemos tudo certo para as grandes empresas nacionais, sem qualquer irregularidade, como a iniciativa deu frutos positivos para a economia brasileira e para o emprego no Brasil”, concluiu.

Da Redação


Créditos PT 



22 de out. de 2021

Auxílio Brasil e a hipocrisia de Bolsonaro com o Teto de Gastos

 

Auxílio Brasil e a hipocrisia de Bolsonaro com o Teto de Gastos

Governo muda cálculo do Teto de Gastos em busca de recursos para o Auxílio Brasil. A pergunta é: por que só agora há tanto empenho para socorrer o povo? Para tentar reeleger Bolsonaro, é óbvio
 22/10/2021 10h32 - atualizado às 11h53
Site do PT

Como muito bem observou Lula na última quarta-feira (20), um aumento no auxílio emergencial ou no Bolsa Família é sempre bem-vindo, especialmente em uma época de fome e desemprego como a atual (veja vídeo abaixo). Porém, é nosso dever apontar que o anúncio feito pelo atual governo, de que o valor a ser pago para os beneficiários do Auxílio Brasil será de R$ 400, revela a imensa hipocrisia e crueldade com que Jair Bolsonaro trata os mais pobres.

Durante estes quase três anos no poder, Bolsonaro e seu ministro da Economia, Paulo Guedes, repetiram religiosamente que era preciso respeitar o Teto de Gastos e que não havia como dar os recursos necessários para a área social. Em nome da “austeridade fiscal”, por exemplo, retiraram recursos do SUS em plena pandemia e, na contramão do mundo, não aumentaram o orçamento da educação. Essa limitação, porém, desaparece como num passe de mágica sempre que Bolsonaro precisa defender os interesses próprios ou de seus aliados. E o Auxílio Brasil é mais uma prova disso.

Até agora, o atual presidente e seu ministro deixaram mais de 2,4 milhões de famílias na fila de espera do Bolsa Família. E, sempre que puderam, reduziram o valor e o número de pessoas que receberiam o auxílio emergencial. A desculpa era sempre a mesma: não havia o que fazer. Mas eis que, aos 45 minutos do segundo tempo, nos dois últimos meses em que Bolsonaro pode criar um programa social (a Lei de Responsabilidade Fiscal proíbe que ele faça isso em ano eleitoral), a “vontade de fazer” aparece.

Nessa quinta-feira (21), o deputado bolsonarista Hugo Mota (Republicanos-PB), relator da PEC dos Precatórios, apresentou uma nova versão do texto enviado pelo governo para financiar o Auxílio Brasil. A alteração criou uma nova fórmula de cálculo do Teto de Gastos, dando ao governo R$ 110 bilhões a mais (R$ 15 bilhões em 2021 e R$ 95 bilhões em 2022), segundo cálculo da assessoria da Bancada do PT no Senado.

Não se trata, evidentemente, de defender o Teto de Gastos. Como disse Lula, é obrigação do governo socorrer a população neste momento. E o PT defende, inclusive, um auxílio de R$ 600 e para mais pessoas (vale lembrar que mais de 20 milhões de brasileiros serão excluídos do benefício já em novembro). A questão, voltamos a frisar, é o uso hipócrita e cruel que o atual governo faz dessa regra.

Aos amigos, tudo. Aos inimigos, o Teto

Esta não é a primeira vez que o governo consegue arrumar dinheiro fora da austeridade fiscal quando lhe convém. Só que, quando as eleições estavam longe, os recursos não iam para a população. Em 2019, por exemplo, o Teto de Gastos justificou uma perda de R$ 13,5 bilhões para o SUS. Porém, no mesmo ano, o governo editou uma emenda constitucional que estourava o Teto para viabilizar o leilão dos excedentes da cessão onerosa do pré-sal e destinou outros R$ 10 bilhões para capitalizar empresas, principalmente para viabilizar gastos relacionados aos militares.

Outro exemplo: em 2021, o orçamento foi aprovado sem recursos para a pandemia, ao mesmo tempo em que entraram R$ 17 bilhões para as emendas de relator e R$ 7 bilhões para o reajuste dos militares. Ou seja, o rigor fiscal não vale na hora de dar aumento para militares ou financiar suas empresas, vender o patrimônio público ou comprar apoio no Congresso Nacional. Vale apenas na hora de socorrer o povo (a menos que as eleições estejam se aproximando).

Segundo o economista Bruno Moretti, assessor da Bancada do PT no Senado, o governo trata o Teto de Gastos como uma arma que pode ou não usar conforme seus interesses:

“O governo estabelece uma dinâmica hipócrita. Defende o Teto, mas, simultaneamente, contorna esse Teto para atender seus próprios interesses, eleitorais ou particulares. O Teto, então, vira uma arma que o governo aplica aos inimigos (as políticas de proteção social, a ciência, o SUS), mas flexibiliza continuadamente aos amigos”, explica.

Para que o Brasil volte a crescer; saúde, educação e ciência recebam recursos; e os mais pobres sejam novamente incluídos no orçamento, é preciso dar ao governo condições de investir. Não fosse tão submisso aos interesses do mercado que patrocinou sua eleição, Bolsonaro daria um auxílio maior e a mais pessoas. E isso deve ser feito com regras claras e transparentes, e não dessa forma hipócrita e clientelista como fazem o atual presidente e seu ministro.

Para Moretti, essa situação deixa evidente que o Teto se converteu em uma ferramenta nociva para o país, que tira a transparência dos gastos públicos. “É muito melhor uma regra transparente, que preveja a possibilidade de aumentar a despesa para combater crises, incluir o povo no orçamento público, fazer investimentos para induzir o crescimento econômico, realizar gastos sociais, apoiar a ciência e tecnologia. É melhor ter uma regra que permita ao Estado gastar onde é necessário gastar do que defender a austeridade e flexibilizar a regra de maneira a atender interesses da base do governo em momentos específicos”, argumenta o economista.

Da Redação 

Créditos PT

13 de out. de 2021

BTG, Datagro, Platts e SCA: Todos discordam de redução na mistura de etanol à gasolina

BTG, Datagro, Platts e SCA: Todos discordam de redução na mistura de etanol à gasolina.

Especialistas apontam que redução nos preços seria irrisória e que menor teor de anidro levaria a malefícios econômicos e ambientais


Uma declaração do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem gerado debate no setor sucroenergético nos últimos dias: “O preço da gasolina pode diminuir um pouco se diminuir a concentração de etanol na gasolina”. A afirmação do chefe do executivo federal aconteceu em uma transmissão ao vivo feita por meio de suas redes sociais no último dia 23.

De lá para cá, as discussões sobre o tema avançaram e, segundo uma fonte do agronegócio consultada por colunistas do jornal O Globo no último dia 7, a redução deve mesmo acontecer: “Só falta anunciar”. Segundo ela, o percentual deve cair para 18%, índice mínimo permitido por lei.

Entretanto, especialistas ouvidos pelo NovaCana e relatórios de especialistas não acreditam que diminuição seria benéfica.

O BTG Pactual destaca, em documento do dia 28 de setembro, que um dos motivos pelo preço do etanol estar subindo mais do que o da gasolina nos últimos meses é o efeito negativo do clima na produtividade dos canaviais. O NovaCana constatou em um levantamento recente, a perspectiva de uma redução de 13% na moagem em 2021/22 no comparativo com a temporada anterior.

De acordo com o banco, uma diminuição da mistura em cinco pontos percentuais – dos atuais 27% para 22% – geraria uma diminuição no preço final de 0,4% considerando os preços e as alíquotas de impostos em São Paulo. Já se a redução fosse para o mínimo possível, de 18%, o valor na bomba cairia 0,6%, o equivalente a R$ 0,04/L.

“Só para referência, isso equivale a uma variação insignificante de 2% do preço da Petrobras na refinaria, ou não muito mais do que os preços do [petróleo] brent variam a cada dia. Então, claramente, isso faz muito pouco para efetivamente conduzir a uma mudança na percepção da inflação ou até mesmo ajudar a popularidade do governo”, destaca o relatório.

Por sua vez, a Datagro estima uma cifra semelhante. Conforme a consultoria, caso houvesse a diminuição da mistura de 27% para 18%, o preço médio da gasolina C para o consumidor de São Paulo retraria em 0,6%, de R$ 5,775/L para R$ 5,742/L – ou seja, R$ 0,03/L.

“[Esse é] um benefício negligenciável à luz dos custos que o país teria para compensar o menor teor de anidro na gasolina”, completa a empresa, que também cita o possível impacto do balanço de oferta e demanda de etanol.

Créditos Nova Cana

13 de nov. de 2020

POLÍTICA - Ministro da Economia, Paulo Guedes, diz que irá prorrogar auxílio se houver nova onda de covid

 


Guedes diz que irá prorrogar auxílio se houver nova onda de covid

Em evento online nesta quinta-feira (12), promovido pela ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados) em comemoração ao Dia Nacional do Supermercado, o ministro da Economia, Paulo Guedes disse que vai prorrogar o benefício do auxílio emergencial caso aconteça uma segunda onda da pandemia  no país.

- Qual é o plano para o auxílio emergencial? Remoção gradual, que está marcado para 31 de janeiro, quando acaba o auxílio emergencial, que já foi R$ 600, caiu para R$ 300 e acaba. Aí, voltamos para o Bolsa Família. Esse é um plano A. Existe a possibilidade de haver uma prorrogação do auxílio emergencial? Aí, vamos para outro extremo. Se houver uma segunda onda de pandemia, não é uma possibilidade, é uma certeza. Vamos ter que reagir, mas não é o plano A. Não é o que estamos pensando agora." . Créditos R7

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11 de mai. de 2020

Política - Ministério do Turismo libera R$ 5 bilhões na maior operação de crédito da história para o setor

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Ministro Marcelo Álvaro Antônio anunciou a nova Medida Provisória em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, nesta sexta-feira (8). Crédito: Roberto Castro/MTur


Política -
Ministério do Turismo libera R$ 5 bilhões na maior operação de crédito da história para o setor. Iniciativa beneficia prestadores de serviços turísticos no enfrentamento à pandemia de coronavírus; operacionalização será feita por 17 instituições financeiras.

1 de mai. de 2020

ECONOMIA - Desemprego no Brasil subiu para 12,2% no primeiro trimestre

ECONOMIA -
Desemprego no Brasil subiu para 12,2% no primeiro trimestre.

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23 de abr. de 2020

Governo Federal elabora plano de recuperação econômica



Governo elabora plano de recuperação econômica 
 
Na reunião desta quarta-feira (22) entre o presidente Jair Bolsonaro, o vice Hamilton Mourão, ministros e presidentes de bancos públicos, a Casa Civil montou um grupo de trabalho para elaborar o programa Pró-Brasil, o plano de retomada econômica que está sendo desenhado em resposta à pandemia da covid-19. O objetivo é coordenar ações de vários ministérios para retomada da economia após as medidas de isolamento social e reduzir os impactos sociais na população. A gestão será do ministro da Casa Civil, Braga Netto. Créditos R7. 

19 de nov. de 2019

Artigo de opinião de Nelson Marconi* explicando o tanto que a MP 881/2019 (Lei 13.874/19)prejudica todos os trabalhadores

E VIVA O BOLO DE POTE!
Esta semana o governo resolveu propor importantes mudanças na legislação trabalhista através de uma medida provisória. São diversos itens como o pagamento de contribuição previdenciária sobre o valor do seguro desemprego (um completo absurdo), a criação da carteira de trabalho com flexibilização de regras atuais, mudanças nas regras de pagamento do programa de participação em lucros e resultados, flexibilização na fiscalização das condições de trabalho, eliminação da obrigatoriedade do descanso semanal remunerado aos domingos e alteração na jornada de trabalho dos bancários, citando os mais relevantes. São tópicos que afetam consideravelmente os trabalhadores, demandam discussão com a sociedade e não podem ser definidos por medida provisória. Mas assim faz o governo, constantemente.
Muitos empresários concordam com a estratégia do governo, e não é por outro motivo que o apoiam, a despeito de todas as barbaridades que vem sendo cometidas em relação a todas as áreas da sociedade. Mas além disso, há um outro ponto que deve ser ressaltado: mesmo que não entremos no mérito da discussão sobre a forma como essas mudanças estão sendo feitas, elas serão um tiro no pé dos próprios empresários. Eles acreditam que essa ampla flexibilização dos contratos de trabalho (não que alguma não seja necessária) vai trazer o crescimento e os empregos de volta. É um imenso equívoco.
Ainda que haja espaço para modernizar a legislação e reduzir os custos trabalhistas, principalmente através de uma reforma tributária que taxe proporcionalmente menos o trabalho e mais a renda dos mais ricos, a estagnação e precarização do mercado de trabalho decorre de outro motivo. É a falta de crescimento econômico e a regressão de nossa estrutura produtiva que provoca esse quadro.
Vejamos no gráfico abaixo quais são os setores que mais têm gerado ocupações no Brasil desde o início do levantamento da nova PNAD, em janeiro de 2012. São eles alojamento e alimentação e outros serviços, certamente onde os vínculos, se existem, são mais precários e, como pode se observar no gráfico seguinte, estão entre os setores que praticam as menores remunerações. Apenas em um setor moderno e dinâmico, que paga bons salários - informação, comunicação, atividades profissionais e financeiras -, o emprego tem se elevado razoavelmente; mas poderia estar evoluindo muito mais porque o futuro da economia está umbilicalmente atrelado a esse setor.
De que forma a flexibilização das regras ajudará a mudar esse cenário? Para mim, o impacto será próximo de zero. Pode ajudar a reduzir custos, ok, mas como contrapartida também reduzirá a demanda e direitos trabalhistas importantes. Ademais, como o governo aposta nessa estratégia, não tomará nenhuma medida para modernizar nossa estrutura produtiva e as ocupações geradas continuarão sendo de péssima qualidade e remuneração. Até quando os apoiadores do governo continuarão ignorando esse quadro?

Créditos Nelson Marconi.
* Professor e Coordenador do Forum de Economia e do Centro de Estudos do Novo Desenvolvimentismo na empresa FGV EAESP - Escola de Administração de Empresas de São Paulo

20 de ago. de 2019

China vê onda em empréstimos para micro e pequenas empresas

China vê onda em empréstimos para micro e pequenas empresas
Xinhua


China vê onda em empréstimos para micro e pequenas empresas


Beijing, 19 ago (Xinhua) -- A China registrou um boom na quantia dos empréstimos para micro e pequenas empresas no primeiro semestre deste ano graças ao apoio do governo para finanças inclusivas.
Até o final do segundo trimestre, o saldo de empréstimos emitidos pelas instituições bancárias e financeiras do país para micro e pequenas empresas ficou em 35,63 trilhões de yuans (US$ 5 trilhões), segundo a Comissão Reguladora de Bancos e Seguros da China.
Os empréstimos pendentes para micro e pequenas empresas com limite de crédito de 10 milhões de yuans ou menos saltaram 26,6% para 10,7 trilhões de yuans, disse a comissão.
A China aumentou o apoio financeiro e fiscal para as pequenas companhias do país neste ano, com cortes de coeficiente de reservas obrigatórias orientado e também reduções de imposto e taxas para impulsionar a vitalidade dos pequenos operadores do mercado.



Créditos Xinhua, publicado originalmente em: http://portuguese.xinhuanet.com/2019-08/19/c_138320330.htm 

24 de out. de 2013

Dilma prepara megaevento para assinatura do contrato da exploração do pré-sal. Presença certa das gigantes do petróleo.

A presidenta Dilma Rousseff (PT-RS) prepara um megaevento em Brasília para assinatura do contrato de partilha da área do pré-sal com o consórcio vencedor. A estratégia é capitalizar política e economicamente a exploração do 1° campo de petróleo do pré-sal pelas novas regras.

O Planalto vai convidar para o evento, os presidentes internacionais das empresas sócias da Petrobras no consórcio vencedor da disputa: Shell (anglo-holandesa), Total (francesa) e as chinesas Cnooc e CNPC. Segundo assessores, o início da exploração do campo de Libra será usado pelo governo como um "grande trunfo" econômico para mostrar a "confiança" de investidores internacionais no Brasil e será uma das bandeiras eleitorais da campanha da reeleição. Foto Marcelo Aragão Leia matéria completa.